Quando o proprietário também é usuário, a análise muda
Uso pessoal x investimento
Um imóvel que também será usado pela família responde a critérios diferentes de um ativo destinado exclusivamente a compor patrimônio.
Uso pessoal privilegia localização, conforto e disponibilidade nas suas datas. Investimento privilegia liquidez, custo recorrente e regras de locação. Quando os dois objetivos convivem, é preciso decidir qual manda antes de olhar unidades.
Dois objetivos podem coexistir
É legítimo querer um imóvel que atenda à família e componha patrimônio. O que não funciona é analisar essa compra como se fosse puramente financeira — ou puramente emocional.
Quando existe uso pessoal, entram na análise a época do ano em que a família usa o imóvel, a metragem necessária, a localização em relação à rotina e as regras do condomínio sobre locação nos períodos vagos.
O papel da assessoria
Deixar claro o que cada escolha implica, para que a decisão seja consciente. Um imóvel pode realizar um projeto de vida sem deixar de ser uma decisão patrimonial responsável.
Perguntas frequentes
Quer entender como isso se aplica ao seu caso?